sábado, 14 de outubro de 2017
domingo, 1 de outubro de 2017
quinta-feira, 28 de setembro de 2017
Exibição do filme "O Jovem Karl Marx" na UFG
Na próxima quarta-feira (4/10), às 8h30min, no auditório Lauro Vasconcelos (Faculdade de História da UFG em Goiânia), haverá a exibição do filme "O Jovem Karl Marx". O evento é gratuito e aberto a quem possa se interessar. Após à sessão, será realizado um debate.
sexta-feira, 22 de setembro de 2017
O filme "O Jovem Marx" chega a Belo Horizonte
Do diretor Raoul Peck (que também dirigiu o documentário "I Am Not Your Negro"), o filme "O Jovem Marx" chega a Belo Horizonte para ser exibido pela pela primeira vez na cidade no próximo dia 29 de setembro de 2017, às 19h, no Auditório Luiz Bicalho, na Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (FAFICH) da UFMG.
O filme apresenta um olhar sobre a juventude de Karl Marx, da sua esposa, Jenny, e de Friedrich Engels, e o cruzamento entre os três que levou Marx e Engels ao desenvolvimento de novas teorias políticas, atravessando por suas conturbadas passagens entre Paris, Londres e Bruxelas.
O evento é aberto ao público. Após a exibição do filme haverá um debate entre os presentes.
quarta-feira, 23 de agosto de 2017
Cine Debate Ruptura apresenta: "O Jovem Marx"
NOVAS SESSÕES!!
O filme "O Jovem Marx" foi lançado recentemente e não foi exibido nas salas de cinema de Goiânia. O Ruptura - Espaço Cultural, vai realizar três sessões desse filme acompanhadas de debate, inaugurando o seu evento "Cine Debate Ruptura":
CINE DEBATE RUPTURA
Apresenta...
“O Jovem Marx”, um filme de Raoul Peck sobre o fundador do marxismo.
Em duas sessões:
Dia 31/08 (quinta), às 19 horas.
Dia 01/09 (sexta), às 19 horas.
Entrada: R$10,00
Inscrições: rupturacultural10@gmail.com
As inscrições devem ser feitas até dia 30/08, 23:59 minutos e é necessário que receba um email de confirmação de inscrição, pois são apenas 30 vagas por sessão. Por isso se solicita colocar a sessão de preferência e disponibilidade para outra sessão, como opção, caso já tenha esgotado as vagas.
Promoção: RUPTURA ESPAÇO CULTURAL
Apoio:
NUPAC (Núcleo de Pesquisa e Ação Cultural)
GPDS/UFG (Grupo de Pesquisa Dialética e Sociedade)
NEMOS/UFG (Núcleo de Estudos e Pesquisa em Movimentos Sociais)
NPM/UEG (Núcleo de Pesquisa Marxista)
NEPALM/UFMS (Núcleo de Estudos e Pesquisa América Latina em Movimento).
domingo, 20 de agosto de 2017
terça-feira, 1 de agosto de 2017
Contra o neoliberalismo e as políticas de austeridade
O
Estado neoliberal é a forma estatal adequada à etapa atual do modo de produção
capitalista. Com diferenças nacionais, pode-se dizer que esta forma estatal se
caracteriza por: a) privatização das empresas estatais; b) privatização e/ou
redução dos gastos com “serviços públicos” como saúde, educação, saneamento
básico etc. e, contraditoriamente, aumento dos recursos com segurança,
encarceramento, repressão; c) retirada de direitos trabalhistas; d) políticas
de austeridade etc.
As
chamadas “políticas de austeridade” do atual governo são a última expressão do
Estado neoliberal no Brasil. É o “Estado mínimo” defendido pelos capitalistas e
seus ideólogos neoliberais que atuam nos meios de comunicação de massa, nos
governos e nas universidades. Estado mínimo em “direitos sociais”, máximo em
repressão e entrega dos recursos estatais para os empresários e banqueiros. Mas
as políticas neoliberais não surgiram nos últimos meses, elas vêm sendo
implantadas no Brasil desde a década de 1990, começando com o governo de
Fernando Collor de Mello e continuando com os governos de Itamar Franco,
Fernando Henrique Cardoso, Luiz Inácio Lula da Silva, Dilma Rousseff e Michel
Temer.
As
últimas medidas tomadas pelo governo só confirmam este caráter neoliberal do
Estado brasileiro (reforma trabalhista, reforma da previdência, etc.). Contudo,
para os trabalhadores, o problema não é o Estado na sua forma neoliberal em
particular, mas sim o Estado em geral. A função da instituição estatal, em suas
várias formas assumidas ao longo da história do capitalismo, é conter a luta de
classes por meio da regularização das relações sociais e da repressão das
classes exploradas e oprimidas, garantindo, assim, as condições de reprodução
das relações de dominação e exploração. Deste modo, a luta não é somente contra
o Estado neoliberal, como defende o bloco reformista (sindicatos, partidos de
“esquerda”, etc.), a luta deve ser contra o capitalismo e o Estado em geral,
independente da forma que se apresenta e do partido que está no governo.
Nos
últimos anos, vem se esboçando no Brasil experiências de lutas que apontam,
mesmo que embrionariamente, para isto. A juventude estudantil tem demonstrado grande
combatividade e criatividade no enfrentamento das ações de governos que
prejudicam as classes desprivilegiadas. As mobilizações espontâneas de maio e
junho de 2013 e as ocupações de escolas e universidades nos últimos dois anos
são os exemplos mais recentes dessa disposição de luta. À medida que se
insurgem contra os aumentos das passagens do transporte coletivo, pelo passe
livre, contra o fechamento ou a terceirização das escolas públicas e contra as
medidas que limitam os recursos para os serviços públicos, a juventude cria
novas formas de luta e de organização, livres das amarras burocráticas das
entidades estudantis tradicionais (UBES, UNE, DCE etc.).
Da
mesma forma, as classes trabalhadoras desprivilegiadas, em especial o
proletariado, devem arrancar suas lutas das mãos das instituições sindicais,
dos partidos políticos e dos políticos profissionais. Enquanto estiverem
submetidas aos seus “representantes”, as classes trabalhadoras não se
constituirão como uma oposição real à radicalização das políticas neoliberais
em curso. Só podem constituir tal oposição, através da auto-organização e do
desenvolvimento da consciência de seus interesses de classe.
Somente
superando a sociedade capitalista é que se vislumbra a solução dos problemas
sociais existentes. Não se trata de reformar o capitalismo, mas sim, de superá-lo,
estabelecendo em seu lugar uma sociedade radicalmente distinta: a Autogestão
Social!
Movimento
Autogestionário
sexta-feira, 7 de julho de 2017
O filme sobre o Jovem Karl Marx em Goiânia!
O filme "O Jovem Marx" foi lançado recentemente (trailer abaixo) e não foi exibido nas salas de cinema de Goiânia. O Ruptura - Espaço Cultural, vai realizar três sessões desse filme acompanhadas de debate, inaugurando o seu evento "Cine Debate Ruptura":
CINE DEBATE RUPTURA
Apresenta...
“O Jovem Marx”, um filme de Raoul Peck sobre o fundador do marxismo.
Em três sessões:
Dia 13 (quinta), 19 horas (sem vagas)
14 (sexta), às 19 horas, (sem vagas).
Dia 15, sábado, às 08:30, (últimas vagas).
Entrada: 10 reais.
Inscrições: gpdsufg@gmail.com
As inscrições devem ser feitas até dia 12, 23:59 minutos e é necessário que receba um email de confirmação de inscrição, pois são apenas 40 vagas por sessão. Por isso se solicita colocar a sessão de preferência e disponibilidade para outra sessão, como opção, caso já tenha esgotado as vagas.
Mais Informações:
https://rupturaespacocultural.blogspot.com.br/2017/07/o-jovem-marx-no-cine-debate-ruptura.html
Promoção: RUPTURA: ESPAÇO CULTURAL
Apoio:
NUPAC (Núcleo de Pesquisa e Ação Cultural)
GPDS/UFG (Grupo de Pesquisa Dialética e Sociedade)
NEMOS/UFG (Núcleo de Estudos e Pesquisa em Movimentos Sociais)
NPM/UEG (Núcleo de Pesquisa Marxista)
NEPALM/UFMS (Núcleo de Estudos e Pesquisa América Latina em Movimento).
CINE DEBATE RUPTURA
Apresenta...
“O Jovem Marx”, um filme de Raoul Peck sobre o fundador do marxismo.
Em três sessões:
Dia 13 (quinta), 19 horas (sem vagas)
14 (sexta), às 19 horas, (sem vagas).
Dia 15, sábado, às 08:30, (últimas vagas).
Entrada: 10 reais.
Inscrições: gpdsufg@gmail.com
As inscrições devem ser feitas até dia 12, 23:59 minutos e é necessário que receba um email de confirmação de inscrição, pois são apenas 40 vagas por sessão. Por isso se solicita colocar a sessão de preferência e disponibilidade para outra sessão, como opção, caso já tenha esgotado as vagas.
Mais Informações:
https://rupturaespacocultural.blogspot.com.br/2017/07/o-jovem-marx-no-cine-debate-ruptura.html
Promoção: RUPTURA: ESPAÇO CULTURAL
Apoio:
NUPAC (Núcleo de Pesquisa e Ação Cultural)
GPDS/UFG (Grupo de Pesquisa Dialética e Sociedade)
NEMOS/UFG (Núcleo de Estudos e Pesquisa em Movimentos Sociais)
NPM/UEG (Núcleo de Pesquisa Marxista)
NEPALM/UFMS (Núcleo de Estudos e Pesquisa América Latina em Movimento).
sábado, 15 de abril de 2017
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